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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Two Sides explica o 2º Facto: O Papel é uma das formas mais sustentáveis de comunicar


O Mito: A comunicação em papel é um produto que origina muitos detritos.
O Facto: Num mundo multimédia, o papel é uma das formais mais sustentáveis de comunicar.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

ACABAR COM OS MITOS - A COMUNICAÇÃO EM PAPEL É UM PRODUTO QUE ORIGINA MUITOS DETRITOS


O pão vem do trigo, o leite das vacas e o papel das árvores.

“A área florestal europeia aumentou quase 17 milhões de hectares nos últimos 20 anos" - um crescimento de área equivalente a 1, 5 milhões de campos de futebol por ano.
Unece, 2010

O papel existe há quase 2000 anos e, ao longo deste tempo, veio a estabelecer-se, indubitavelmente, como o meio de comunicação mais eficaz e versátil existente. Até na actual era digital, com uma vasta gama de meios alternativos à escolha, não existe, perante o conjunto único de qualidades práticas e estéticas do papel, um meio que esteja à sua altura entre as alternativas electrónicas.

Os membros da Two Sides apoiam fortemente:

A produção responsável;
Impressão e design responsáveis;
O consumo responsável;
A eliminação responsável;

Nos últimos anos, as preocupações ambientais tornaram-se prioritárias em quase todas as agendas e têm vindo a influenciar cada vez mais as decisões que tomamos no dia-a-dia. À medida que o debate ambiental foi ganhando um novo ímpeto, também cresceram os mitos e concepções erróneas que sugerem que a indústria do papel é responsável pela desflorestação massiva e que tem um impacto adverso no meio-ambiente. E o facto é que não tem. Como sempre, todos os debates têm dois lados (Two Sides) e o papel tem um lado verde para mostrar. Esta é uma indústria que depende de uma fonte renovável como matéria-prima principal e que se encontra na linha da frente da reciclagem a nível mundial. O objectivo da iniciativa é deitar por terra as concepções erradas em relação ao papel e promover decisões mais informadas e confiantes, bem como a utilização mais responsável do papel como suporte de comunicação único. É difícil imaginar a vida sem papel. Seria certamente aborrecida.

O nosso humor melhora até 29% quando somos expostos a uma sensação táctil positiva.
Royal Mail (Serviços Postais do Reino Unido)

Existem vários papéis fabricados com fibrasvirgens, papéis reciclados, papel de diferentes texturas, cores e pesos obtidos a partir de várias matérias-primas que oferecem uma ampla gama de soluções para as suas necessidades diárias de comunicação. Os múltiplos e ricos atributos do papel não só resistiram à passagem do tempo, mas também evoluíram, a vasta gama de métodos e técnicas de impressão actualmente disponíveis, permitiram dar vida a mensagens, palavras e imagens de uma forma que os meios electrónicos são incapazes de fazer.

Mais de 90% dos media buyers acredita que o público em geral possui fracos conhecimentos sobre o impacto ambiental do papel.
Sondagem da NAPM (Associação de distribuidores de papel do Reino UNnido) a media buyers (responsáveis pela compra dos espaço publicitário) , Julho de 2008

Há quem defenda que todos estes benefícios são ultrapassados pelo elevado número de alegações enganosas sobre as desvantagens para o meio-ambiente; diminuição do tamanho das florestas, consumo excessivo de energia e aterros sobrelotados. Por isso, no que diz respeito ao meio-ambiente, o papel pode parecer mau.
Ao invés, a indústria do papel está a assumir as suas responsabilidades e a investir fortemente em todas as áreas de produção e abastecimento de matérias-primas com o intuito de minimizar o impacte ambiental do sector.

Fontes

UNECE, FAO , The Development of Forest
Resources, 1950-2000 (1)

Confederation of European Paper
Industries (CEPI) forest factsheet, Julho 2008 (2)

Paper and the Environment,
ATS Consulting, Agosto 2007 (3,6)

EEA, The European Environment, State and
Outlook 2005, page 191 of full report (4)

CEPI, Forest Fact Sheet, 2008 (5)

CEPI Sustainability Report, 2009 (7)

BBC , Costing The Earth, Global Warming,
Abril 2009 (8)

DEFRA, Official Municipal Waste Data
for England (9)

European Recovered Paper Council,
Sept 2009 (10)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

ACABAR COM OS MITOS - TODO O PAPEL DEVIA SE FEITO DE FIBRA RECICLADA


SEM NOVAS FIBRAS, ORIUNDAS DE NOVAS ÁRVORES, O CICLO DO PAPEL NÃO PODE COMEÇAR. AS FIBRAS RECICLADAS DEGRADAM-SE APÓS POUCAS RECICLAGENS E POR ISSO IMPRESCINDÍVEL NOVAS FIBRAS.

Ao escolher o seu papel deve ter em consideração o seu ciclo total de existência e não apenas a fonte da fibra. É importante ter presente que, logo à partida, a fibra virgem é sempre necessária para tornar possível o fabrico de papel reciclado. 40% da nova fibra de madeira é sempre necessária para manter o ciclo global sustentável.
A maximização do uso de fibras recuperadas - comparativamente à fibra virgem - em classes de papel e circunstâncias adequadas, pode trazer benefícios económicos e reduzir, especificamente, os impactos ambientais.

“A maximização de conteúdo reciclado por si só, sem ter em consideração o tipo de produto, o desempenho e a localização das máquinas para laboração de madeira, pode, no entanto, dar origem a algo muito mais sério - se não for premeditado – tal como impactos ambientais negativos e nenhuma justificação económica".
Recycled Content and Virgin Fibre: Environmental, Economic and Technical Considerations for Magazine Publishers Metafore Inc Junho de 2009

É muito difícil estabelecer uma comparação directa entre o impacto ambiental da fibra reciclada de papel e da fibra virgem. São ambas importantes e podem possuir um argumento ambiental igualmente poderoso. As florestas fazem parte do ciclo que ajuda a retirar CO2 da atmosfera. Tudo começa nas árvores, onde se geram os produtos de papel, que continuam a armazenar carbono durante a sua existência e ajudam a minimizar as mudanças climáticas. O facto de os produtos de papel serem recicláveis e renováveis significa que o seu ciclo de vida pode ser alargado, prolongando estes benefícios e, além disso, contribuindo para a redução do nível de resíduos nos aterros.
Tal como em tantas histórias, a história do papel tem dois lados (Two Sides). No entanto, quanto mais souber sobre o tema, mais apto estará para tomar a decisão certa.

A sustentabilidade do sistema papeleiro global defende a utilização de uma elevada percentagem de utilização de fibra reciclada para os produtos papeleiros com ciclos de vida mais curtos(como a maioria dos papéis de embalagem, o papel de jornal e alguns tissues), reservando as fibras virgens para os papéis com ciclos de vida mais longos ou que possa sofrer um maior número de reciclagens, como é o caso dos papéis para impressão e escrita.

Na Europa, em termos geográficos, a abundância local de recursos florestais sustentáveis, ou de quantidades assinaláveis de papéis recuperados efectivamente disponíveis e adequados, deve também influenciar, obviamente, a extensão da aplicação deste princípio geral. Nas zonas com aptidão e vocação florestal, como é o caso de Portugal, em que as fibras virgens são localmente produzidas a partir de plantações florestais sustentáveis e detém uma qualidade difícil de igualar, consideramos que deverá, racionalmente, ser dada clara preferência ao uso de fibras virgens, sobretudo para papéis de alta qualidade.

domingo, 27 de novembro de 2011

ACABAR COM OS MITOS - O PAPEL TEM UMA GRANDE PEGADA DE CARBONO


A PRODUÇÃO DE 200KG DE PAPEL, A QUANTIDADE MÉDIA QUE CADA UM DE NÓS UTILIZA TODOS OS ANOS, GERA EMISSÕES ENTRE 130-250KG DE CO2, DEPENDENDO DA FONTE DE ENERGIA. ISTO É COMPARÁVEL A MUITAS OUTRAS ACTIVIDADES DE PEQUENA ESCALA E É QUASE EQUIVALENTE AO CO2 PRODUZIDO DURANTE UM ANO POR UM CARRO FAMILIAR QUE PERCORRA UMA DISTÂNCIA DE CERCA DE 960KM (6).
POR OUTRO LADO, 220 KG DE PAPEL TÊ RETIDO UMA QUANTIDADE DE CARBONO QUE PODE EQUIVALER A 240-300KG DE CO2 FIXADO ATRAVÉS DA FOTOSSÍNTESE.

A principal matéria-prima do papel, as árvores, é um amplo armazém de carbono e o principais fixadores de dióxido de carbono da atmosfera. É difícil comparar a pegada de carbono exacta de todas as classes de papel pois depende da forma como o papel é fabricado e da fonte de energia utilizada na produção. A energia nuclear, hidráulica, eólica, geotérmica ou com origem na biomassa, utilizadas por alguns países produtores de papel, e possuem baixos níveis de carbono, enquanto os combustíveis fósseis possuem elevados níveis de emissões de dióxido de carbono.

“Uma floresta gerida de forma sustentável pode ser relativamente neutra em termos de variações anuais de carbono se a extracção de madeira for contrabalançada com o crescimento ou a re-florestação".
The Sustainable Procurement of wood & Paper products: An introduction. www.sustainableforestprods.org

A indústria europeia da pasta e do papel reduziu as emissões de CO2 por tonelada de papel produzido em 42%, comparativamente com 1990.

Investigações levadas a cabo pela indústria indicam que o correio é responsável por 0,1% do total das emissões domésticas de CO2 da Europa. Os 3,5kg de CO2 emitidos em Portugal pelo consumo postal equivalem a:
Uma viagem de carro de 17.5 km
1,5 minutos de um voo transatlântico.
EMIP, The Facts of our Value Chain, 2008


Definição: A pegada de carbono consiste na medida do impacto das actividades humanas no meio-ambiente em termos da quantidade de CO2 e outros gases com efeito de estufa libertada na atmosfera, que provem do fabrico e distribuição de um produto ou serviço.

Num mundo multimédia, a comunicação em papel pode ser a forma mais sustentável de comunicar.
"Em 2006, o consumo de energia eléctrica pelos servidores e datacenters em alguns países europeus (15EU+Suiça) foi mais de 51.000 Gwh/ano - um valor mais elevado do que o total de ebergia consumida por Portugal em 2008."

The Eficient Servers Consortium, Outubro 2008
Um email com um anexo de 400kb enviado a 20 pessoas é o quivalente a ter uma lâmpada de 100 watts ligada durante 30 minutos.
Tomando como exemplo o Reino Unido, metade das suas necessidades energéticas podem vir a ser necessárias para alimentar computadores portáteis e pessoais nos próximos 10 anos.

“Globalmente, estima-se que a produção florestal individual resultará na absorção de 1 mil milhões de toneladas de CO2 por ano".
Australian Paper Industry Association (APIA)


"Ler um jornal pode consumir 20% menos de carbono do que visionar as notícias online”.

domingo, 13 de novembro de 2011

ACABAR COM OS MITOS - O PAPEL QUE CONSUMO CONSOME MUITA ENERGIA


AS PESSOAS PENSAM, ERRADAMENTE, QUE O FABRICO DE PAPEL É UM CONSUMIDOR VORAZ DE ENERGIA. NO ENTANTO, INVESTIGUE MELHOR E DESCOBRIRÁ ALGUMAS PEQUENAS E SURPREENDENTES ESTATÍSTICAS SOBRE PAPEL E ENERGIA...

Enquanto indústria, o fabrico de papel é um compromisso de grande escala e, como tal, esperar-se-ia que desse origem a algumas estatísticas preocupantes. Não dá. Em média, são necessários 500 quilowatt-hora (kWh) de electricidade para produzir 200kg de papel, a quantidade média de papel que cada europeu consome por ano.
A indústria do papel é um dos maiores utilizadores de energia renovável e com baixos níveis de emissão de carbono, sendo que mais de metade da energia utilizada para fabricar papel na Europa provém de fontes renováveis.

"A indústria de pasta e papel é o maior impulsionador da bioenergia na Europa. 52% da energia utilizada na indústria tem por base a biomassa e o sector é responsável por 27% da produção total de energia de biomassa da UE”.
CEPI Paper Online 2010

O que é a energia de biomassa?
A energia de biomassa é obtida pela indústria de pasta e papel através da combustão de desperdícios florestais e subprodutos do processo de fabrico da pasta, que são utilizados durante próprio processo de fabrico. É frequente produzir-se calor e energia em excesso, os quais são depois vendidos à rede ou utilizados pela comunidade local. Utilizar a madeira para papel em primeiro lugar e, em último, para energia, gera quatro vezes mais valor.

Qual é a diferença entre biomassa e combustíveis fósseis?
A biomassa retira, através da fotossíntese, o carbono da atmosfera quando está em crescimento e devolve-o quando é queimado. Gerida de forma sustentável, a biomassa não adiciona carbono fóssil à atmosfera e permite a não utilização de combústiveis fósseis para a produção de energia.

"Em Portugal, a biomassa representa 74% dos combustíveis consumidos pela Indústria de pasta e papel. Em 2009, este sector manteve-se excedentário em termos energéticos fornecendo à rede nacional cerca de 200 milhões de quilowatt-hora"
Celpa, 2010


Acha que 500 quilowatt-hora e 200kg de papel, a quantidade média que cada um de nós utiliza todos os anos, soa a muito? É o equivalente a:

_ Ter um computador ligado ininterruptamente durante cinco meses
_ Ter uma lâmpada de 60 watts ligada ininterruptamente durante um ano
_ A energia consumida num lar comum em que os equipamentos electrónicos são deixados em stand-by durante um ano
Paper & The Environment, ATS Consulting Agosto de 2007

CEPI, Forest Fact Sheet, 2008

sábado, 29 de outubro de 2011

ACABAR COM OS MITOS - O PAPEL É MAU PARA O MEIO AMBIENTE


O PAPEL É UM PRODUTO NATURAL E RENOVÁVEL E, À MEDIDA QUE AS JOVENS ÁRVORES CRESCEM, ABSORVEM CO2 DA ATMOSFERA. ALÉM DISSO, ENQUANTO PRODUTO COM ORIGEM NA MADEIRA, O PAPEL TAMBÉM CONTINUA A ARMAZENAR CARBONO AO LONGO DA SUA EXISTÊNCIA. UMA FLORESTA BEM GERIDA, UTILIZADA E PLANTADA ABSORVE MAIS DIÓXIDO DE CARBONO DO QUE UMA FLORESTA MADURA FORMADA POR ÁRVORES MAIS VELHAS.

A indústria do papel possui uma série de programas de certificação respeitados que garantem que o papel que utiliza provém de uma fonte florestal sustentável. Actualmente, existem cerca de 30 programas, mas os dois principais processos auditáveis de certificação são o Forest Stewardship Council (FSC) e o Program for the Endorsement of Forest Certification Schemes(PEFC).
São muito poucas as florestas mundiais que possuem certificações formais, mas a Two Sides apoia activamente os programas de certificação e acredita que estes ajudam a renovar a confiança dos consumidores.

“A quantidade de carbono armazenado em produtos florestaus equivale a 540 milhões de toneladas de CO2 todos os anos."
NCASI, Special Report Dezembro 2007
“A área florestal portuguesa gerida directamente pela Indústria de pasta e de papel, detém na sua esmagadora maioria certificação florestal FSC e/ou PEFC"
Celpa, 2010
FSC (Forest Stewardship Council).

O FSC define padrões globais de gestão florestal que visam um equilíbrio de aspectos ambientais, sociais e económicos. O bem-estar das comunidades e ecossistemas florestais é tão importante quanto a replantação capaz de garantir o futuro das florestas mundiais. O sistema do FSC também proporciona uma forma de rastrear os produtos florestais através da certificação de cadeia de responsabilidade (Chain of Custody, CoC), de avaliação independente. Este sistema cobre todas as etapas de processamento, conversão, distribuição e impressão antes de o produto poder exibir a marca do FSC.


PEFC (Program for the Endorsement of Forest Certification Schemes)

O Conselho do PEFC é uma organização independente, sem fins lucrativos e não-governamental fundada em 1999. A certificação de cadeia de responsabilidade (CoC) do PEFC consiste num mecanismo que permite rastrear material certificado da floresta até ao produto final, de forma a garantir que a madeira, a fibra lenhosa e os produtos florestais não-madeireiros contidos no produto ou na linha do produto possam ser identificados como sendo provenientes de florestas certificadas.
A produção responsável de madeira, pasta e papel ajuda a garantir a saúde e o crescimento das florestas.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

MITOS SOBRE O PAPEL

ACABAR COM OS MITOS - 'O FABRICO DE PAPEL DESTRÓI AS FLORESTAS'


"A ÁREA FLORESTAL EUROPEIA AUMENTOU QUASE 17 MILHÕES DE HECTARES NOS ÚLTIMOS 20 ANOS" - UM AUMENTO ANUAL SUPERIOR A ONZE VEZES A ILHA DA MADEIRA! UNECE 2010

“90% da desflorestação é causada por práticas agrícolas insustentáveis”.'
Underlying Causes of Deforestation, Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais (WRM); ONU-FAO

"A indústria do papel também não é o principal consumidor de madeira, longe disso. "Da madeira extraída das florestas mundiais, 55% é utilizada para a produção de energia, 28% é utilizada por serrarias e apenas cerca de 11% é utilizada directamente pela indústria do papel”.
FAO Statistics 2007

"A maior causa directa da desflorestação tropical é a transformação em terras de cultivo e pastoreio, maioritariamente para fins de subsistência."
replantingtherainforests.org, Abril de 2009

Houve e continua a haver, em alguns países tropicais, problemas ao nível dos direitos fundiários e da transformação de florestas naturais em plantações industriais que são uma fonte de preocupação tanto para a indústria do papel, como para as organizações ambientais e para e os consumidores.

A iniciativa Two Sides apoia a redução de tais actividades e reconhece a necessidade de apoiar os produtos que podem ser claramente identificados como sendo provenientes de fontes sustentáveis.

No Norte da Europa, onde a grande maioria das florestas antigas está protegida, o papel tem origem em florestas plantadas e renováveis cujo ciclo de plantação, crescimento e extracção é cuidadosamente controlado. Até em países que utilizam florestas naturais, tais como a Rússia e o Canadá, a extracção de madeira corresponde apenas a uma parte do crescimento anual.

“ 94% do papel que utilizamos é fabricado na Europa”.
CEPI trade statistics 2007
"Portugal é o país da Europa que mais exporta papel de escritório. Durante um perídodo de cerca de um século (1902 - 2006), a totalidade da área florestal aumentou 77%, aproximadamente 1,5 milhões de hectares, tendo a indústria papeleira contribuído significativamente para esse aumento”.
Celpa (Associação Nacional da Indústria Papeleira) 2010
Uma das muitas características únicas do papel é que a sua principal matéria-prima é renovável e reciclável, proporcionando um habitat natural para a fauna selvagem. A Agência Europeia do Ambiente (EEA) declarou que “A prática da produção florestal na Europa está a desenvolver-se de uma forma que pode ser considerada boa para a biodiversidade”.

"Na Europa, as florestas estão em crescimento e cobrem actualmente 44% do território terrestre e 98% de todas estas florestas encontra-se sob a alçada de um plano de gestão ou algo equivalente".
MCPFE, Europe's Forests 2007

UNECE, FAO, The Development of Forest Resources, 1950 to 2000
Paper and the Environment,
ATS Consulting, Agosto de 2007
EEA, The European Environment, State and Outlook 2005, página 191 do relatório completo


http://www.pt.twosides.info/